Gestão de PessoasChief Happiness Officer: Conheça o cargo responsável pela felicidade

22 de fevereiro de 2021by Jacqueline Rezende0

O Chief Happiness Officer é o responsável pela felicidade na empresa.

 

Felicidade na empresa? E por que isso é importante? Existe hoje um cargo para isso? Ele é um animador de equipes? Por que o mercado está falando tanto de felicidade? E o que cada um de nós, na prática profissional, em nossa carreira, precisa realmente se importar com isso?

 

chief happiness officer

 

O que um Chief Happiness Officer faz?

O Chief Happiness Officer tem o objetivo de desenvolver resultados satisfatórios dentro da empresa em qualquer setor. Tudo isso enquanto enaltece as softs e hards skills de forma efetiva no cenário competitivo, volátil, incerto, complexo e ambíguo em que nos encontramos.

Portanto, ele engaja a liderança. Mede através de dados quantitativos e qualitativos o cenário da felicidade e pertencimento dos funcionários de uma organização e seus impactos gerais na análise e valuation do negócio. Planeja e implementa novas ações que tornem as pessoas mais felizes produzindo mais e entendendo o sentimento de pertencimento.

Certamente, vale lembrar que a felicidade no trabalho é um tema contemporâneo e com muitas esferas e necessidades de aplicação e estudo. Atualmente, vêm sendo desenvolvida como disciplina eletiva e concorrida em universidades internacionais como Harvard, Ohio, Stanford e o ITA no Brasil.

 

O mercado entende que pessoas felizes produzem mais e prosperam mais na efetividade e sustentabilidade de um negócio.

 

A felicidade também depende de nossas relações interpessoais e de nossos resultados individuais. Entender o que faz um profissional se sentir feliz é um desafio do Chief Happiness Officer. Porém, sabemos que é a base das necessidades humanas como estudou Maslow, nos ajuda a compreender o que motiva e estimula as pessoas em um ambiente corporativo.

Muitos estudiosos tentam desvendar o segredo da felicidade. Certamente, pesquisar isso fará parte das tarefas do Chief Happiness Officer. Afinal, o que podemos fazer no mundo corporativo é entender, investir, desenvolver, e preparar as pessoas para o alcance de seus propósitos de vida e carreira.

 

Quais as vantagens de ser um Chief Hapiness Officer?

Funcionários felizes produzem mais, são mais criativos, tem um menor turnover, menor absenteísmo. Além disso, são mais leais. Certamente eles divulgam a empresa, vestem e suam a camisa, tem melhores relações e assim, geram melhores resultados financeiros. Algo que certamente está no objetivo de toda a corporação. Portanto, é hoje uma função estratégica nas empresas, fazendo com que estas, entendam que ser estratégico é buscar a realização e felicidade dos talentos da empresa.

 

Como um Chief Happiness Officer você tem uma visão macro da empresa, dos processos, das relações internas e externas, das mudanças, dos resultados e se torna chave na concepção e execução de projetos.

 

Um bom exemplo desse profissional está nas empresas em Wall Street. Pois, há momentos pesados no dia a dia das negociações. Quem representa muito bem essa função na ficção em um cenário desafiador, é a psiquiatra Wendy Rhoades, interpretada por Maggie Siff, na série Billions. Vale a pena conferir!.

 

O que realmente faz os funcionários felizes?

O novo termo tem sido inserido e discutido no mundo corporativo, o chamado salário emocional. Esta modalidade de remuneração está ligada a todo o contexto e benefícios entregues aos funcionários de uma organização. Embora não tenha ligação nenhuma direta com o valor financeiro e sim com os valores não tangíveis. Bem como o ambiente de trabalho e a disposição de comunicação entre o operacional, o tático e o estratégico.

Questões como qualidade de vida e valorização das emoções, não estão entre aqueles benefícios propostos por lei e são vantagens que extrapolam a realidade de boa parte das empresas e estão presentes em organizações que tem um olhar estratégico em direção à uma nova realidade de mercado.

Principalmente as startups e grandes empresas que possuem uma visão diferenciada do capital humano, já caminham para esta estratégia chamada salário emocional, entregando muito além de suas obrigações legais.

Embora seja um termo novo e pouco difundido ele tem tudo a ver como que chamamos de felicidade pois traz um bem-estar psicológico, qualidade na saúde, como os índices e parâmetros do Gross National Happiness (GNH) índice medido hoje de felicidade nas empresas.

Este que é um indicador de felicidade organizacional, mede o uso e o equilíbrio da gestão do tempo, flexibilidade, educação com recapacitação contínua e constante minimizando os impactos negativos do clima e trazendo uma cultura organizacional engajada e transparente.

Estas ações ampliam o nível de governança e ainda evidencia a melhoria no conceito e análise do funcionário com relação à realização pessoal e profissional, reconhecimento, qualidade do trabalho, responsabilidades e desenvolvimento estratégico.

 

A questão final: Você está pronto para ser um CHO?

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